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Quando se junta um dos meus pilotos favoritos de sempre a um dos meus carros favoritos de hoje, o resultado só podia ser… este!

Markku Alén + Ferrari FF. 

[Flash 9 is required to listen to audio.]

As reported last weekthe Flaming Lips have been working on a collaboration with Erykah Badu, to appear on the band’s upcoming Record Store Day release. And this weekend, Wayne Coyne posted a clip of the cosmic track— which also features brilliantly sampled vocals from Apple’s artificial intelligence bot Siri— on the band’s Soundcloud. Coyne notes that the track also includes “Biz Markie, backwards” and that “music gets you high.”

via pitchfork.com

Últimas emissões:
http://goo.gl/OpWor Filipe Melo
http://goo.gl/S2O4c Jorge Moita
http://goo.gl/Unvts Hélio Morais
http://goo.gl/Xxu9w Tamara Alves
http://goo.gl/fFOJF Susana Santos Silva
http://goo.gl/pgIFI Alexandre Rola
http://goo.gl/7kdAe Leonardo Rosado
http://goo.gl/bZ4sk Fernando Colaço
http://goo.gl/8UWcJ Bruno Béu

Últimas emissões:

http://goo.gl/OpWor Filipe Melo

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http://goo.gl/Unvts Hélio Morais

http://goo.gl/Xxu9w Tamara Alves

http://goo.gl/fFOJF Susana Santos Silva

http://goo.gl/pgIFI Alexandre Rola

http://goo.gl/7kdAe Leonardo Rosado

http://goo.gl/bZ4sk Fernando Colaço

http://goo.gl/8UWcJ Bruno Béu

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Bartholomäus TraubeckYears

A record player that plays slices of wood. Year ring data is translated into music, 2011.

Modified turntable, computer, vvvv, camera, acrylic glass, veneer, approx. 90x50x50 cm.

A tree’s year rings are analysed for their strength, thickness and rate of growth. This data serves as basis for a generative process that outputs piano music. It is mapped to a scale which is again defined by the overall appearance of the wood (ranging from dark to light and from strong texture to light texture). The foundation for the music is certainly found in the defined ruleset of programming and hardware setup, but the data acquired from every tree interprets this ruleset very differently.

Obrigado, Leonardo

"Flash" Gordon: Literalmente!

“A personagem Flash Gordon deu o nome ao novo supercomputador do Scripps Research Institute , um instituto dedicado à investigação biomédica. Gordon porque este é o primeiro supercomputador a dispensar por completo os discos rígidos tradicionais a favor da memória flash.

O sistema de armazenamento é constituído por 1024 unidades Solid State Drive (SSD) da Intel, que totalizam 300 terabytes de capacidade.

De acordo com a Wired , o Gordon apresenta uma nova arquitetura de gestão do armazenamento, desenvolvida para aproveitar a velocidade extra das unidades SSD, que permite um desempenho 10 vezes superior ao desempenho dos sistemas de armazenamento tradicional.”


Ler mais: http://aeiou.exameinformatica.pt/supercomputador-gordon-so-usa-flash=f1011371#ixzz1gQrz1BMh

"The Burning List", com Alexandre Rola

Alexandre Rola nasceu no Porto em 1978. Quis o destino que, no momento de ingressar no ensino superior, o jovem designer optasse pela frequência do curso de Economia. Mas a arte já era algo que pulsava pelas suas veias. Daí que Alexandre tenha decidido que, após concluir o curso que tinha iniciado, iria abraçar uma carreira no universo da criação plástica.

Alexandre Rola tem uma abordagem multidisciplinar em relação ao seu trabalho. A pintura é uma paixão que vem dos tempos da adolescência, enquanto que o curso de fotografia tirado em 2003 permitiu-lhe uma série de experimentalismos, aliando a imagem à pintura. O seu trabalho inclui a utilização de uma grande diversidade de materiais, muitos deles reciclados.

Uma dos momentos mais marcantes da carreira de Alexandre Rola foi Home+, uma exposição quase duas dezenas de obras que retrata a a vida dos sem abrigo da cidade do Porto. Abordando aspectos como a realidade sombria dos centros urbanos, a poluição visual e a reutilização de materiais, Alexandre conseguiu cativar um novo olhar a cidade, os seus habitantes e a pressão visual e económica  sobre eles exercida.
 
Alinhamento:
 
Frédéric Chopin - Noturno op.9, nº2 em Mi Bemol Maior (1833)


Dave Matthews & Tim Reynolds - Seek Up (Live at Luther College, 1999)


Sam The Kid - Representa O Teu Mundo (Sobre(tudo), 2002)


Yann Tiersen - Comptine d’un Autre Été - L’Après-Midi (BSO O Fabuloso Destino de Amélie, 2001)


Counting Crows - Mr. Jones (August and Everything After, 1993)


xxxix

1ª parte - Ricardo Mariano:

Alfheimr - “A Preface”

The Books - “Untitled”

Janick Schou - “Piano Sketch #1”

Dustin O’Halloran - “Snow + Light

Janick Schou - “Just The Silence Of Empty Houses”

Isan - “Eastside (Simon Scott’s Flame Attire Remix)”

Alfheimr - “Heaven/Hell, Part Two: Hell (Song For I)”

Rafael Anton Irisarri - “Lumberton”

2ª parte - Ricardo Carvalho:

Steve Hauschildt - “Allegiance”

Harold Budd - “The Art of Mirrors (after Derek Jarman)”

Hauschka & Hildur Gudnadottir - “#320”

Sun Araw - “Lucretius”

Por vezes penso que não sou um homem de entrevistas. Que não sou um bom questionador, que faltará empatia e aquela coisa de “ser uma pessoa que gosta muito de pessoas”.

Não serei um entrevistador nato, de facto. Mas, de um modo geral, a experiência com a Burning List tem sido prazerosa. Pesquisar, conhecer, aprender. Sobretudo aprender. Novas perspetivas, histórias ricas em conteúdo, novas imagens e sons.

Não nego, sou um homem dos sons. Distorção, sons de campo, padrões repetitivos tornam-se música aos meus ouvidos. E hoje, através de Leonardo Rosado, aprendi uma vez mais. Com Steve Reich.

A imagem e a morte da palavra (clicar para abrir)

Interessante recordação da análise de Marshall McLuhan do debate televisivo entre Gerald Ford e Jimmy Carter, para as eleições presidenciais norte-americanas de 1976. McLuhan “arrasa” a estrutura do debate, considerando que quem a concebeu não compreendia minimamente a natureza do media que transmitia o evento. Para ele, o momento em que ocorreu uma avaria técnica consistiu num “acto de rebelião” do meio face à mensagem veiculada, tão pobre e maltratada que era.

O que é mais curioso é que o modelo de debate adoptado, preenchido por inúmeras regras e constrangimentos, ainda é hoje adoptado e preferido pelas estações e pelos próprios “staffs” de comunicação das candidaturas. Porque, talvez e acima de tudo, a única preocupação seja a imagem que transparece e não a mensagem que se transmite.